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Como Evitar Economias Dependentes de Carbono

17/06/2021

Como Evitar Economias Dependentes de Carbono

É fato que políticos, empresários e cidadãos precisam, como parte de suas atribuições e ao longo de sua vida, adquirir equipamentos caros que possam ser usados por anos ou décadas, como caldeiras, veículos, aparelhos de ar condicionado, dentre inúmeros outros. Na hora de comparar preços e pesar os prós e contras das opções disponíveis, será que todos pensam nas mudanças climáticas? Arriscamos dizer que poucos têm a consciência de que investir em infraestruturas erradas pode resultar em uma “dependência de carbono”, responsável por emissões de gases de efeito estufa (GEE) por anos ou décadas.

É justamente assim que nasce uma economia dependente de carbono: quando sistemas que fazem uso intenso de combustíveis fósseis se perpetuam, adiando ou impedindo a transição para alternativas sustentáveis e tornando mais difíceis as metas de limitar o aquecimento global a 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais e de atingir o zero líquido das emissões de dióxido de carbono até 2050. Já é sabido que, para manter o aumento da temperatura em níveis seguros, além de evitar construir novas infraestruturas intensivas em carbono, devemos considerar o encerramento das infraestruturas existentes altamente emissoras.

Para saber por onde começar a salvar o planeta, precisamos entender por quanto tempo uma infraestrutura ou equipamento intensivo em carbono deve durar. O 1º gráfico ao final desta matéria indica que o tempo varia de 80 anos para edifícios até 14 anos para equipamentos de cozinha residenciais, com uma vida útil média de 27,5 anos. Isso significa que tudo que instalarmos em 2021 continuará operando até meados de 2049. Isso coloca em perspectiva o poder que as decisões tomadas hoje têm de influenciar a natureza de nossa economia no futuro. 

Apesar das implicações severas, mais e mais usinas de energia movidas a combustíveis fósseis estão sendo construídas e os países com mais emissões comprometidas não são apenas os maiores emissores atualmente, mas também economias emergentes e em rápido crescimento. O 3º gráfico ao final desta matéria aponta a China, os Estados Unidos e a Índia, os três maiores emissores do mundo, como os líderes na quantidade de emissões comprometidas por usinas de energia já propostas, resultando em um futuro intensivo em carbono.

Para evitar a dependência de carbono, é necessário o entendimento de que as decisões referentes aos gastos em infraestruturas não são de responsabilidade apenas das concessionárias de energia, mas de todos os atores econômicos, ou seja, líderes de governos, empresas e famílias. Todos devem estar cientes das implicações climáticas de longo prazo dos investimentos e decisões de compra que tomam hoje.

Os governos devem assumir o compromisso de evitar novos investimentos intensivos em carbono, optando por alternativas verdes, que estão se tornando cada vez mais competitivas em termos de custo em relação às tecnologias convencionais. Parece assustador, mas é totalmente praticável: é sabido que mais de metade da capacidade de geração a partir de fontes renováveis adicionada em 2019 tinha custos de energia mais baixos até mesmo que a mais barata das novas usinas movidas a carvão.

Um exemplo a seguir vem da Nigéria, tradicionalmente o maior produtor de petróleo e gasolina na África. Seu Governo tem implementado um pacote de estímulo para a Covid-19 que inclui US$ 619 milhões em sistemas residenciais de energia solar. O objetivo é oferecer acesso à energia solar e minirredes para cinco milhões de famílias.

Já existe também um número crescente de cidades no mundo que proíbem conexões de gás natural em prédios para evitar a operação contínua dessa infraestrutura de alto carbono. Tais medidas substitutivas devem ser acompanhadas por mecanismos de apoio à transição, a fim de manter empregos na transição para uma infraestrutura mais limpa.

A desinstitucionalização também é outro caminho: quebrar normas culturais de suporte a indústrias dominantes através de movimentos sociais. No Reino Unido, por exemplo, protestos da Extinction Rebellion em 2019 foram cruciais para levar o país a estabelecer uma meta de emissões líquidas zero.

Por fim, para atingir as metas ambientais estipuladas até a metade do século, todos os atores sociais têm a responsabilidade de adotar a mentalidade de que “2050 é agora” e se comprometer a tomar decisões consistentes com o futuro que desejamos. O caminho que propomos é a energia solar; mais do que economia na conta de luz, uma questão de garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

 

Fonte: WRI BRASIL

Photo by Alexander Tsang on Unsplash

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