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Potencial Solar Brasileiro

08/05/2020

Potencial Solar Brasileiro

O século em que vivemos nos apresenta o grande desafio de frear o aquecimento global. O cenário não permite que o uso de combustíveis fósseis seja tolerado. O recurso hídrico, responsável por alimentar a maior parte da matriz energética brasileira, apesar de renovável, apresenta limitações e desvantagens frente ao forte crescimento da demanda por eletricidade, como a alta de preços em períodos de escassez de chuvas e o prejuízo aos ecossistemas onde são instaladas as represas. Assim, a fonte solar, não exatamente renovável, mas inesgotável levando em consideração a escala de tempo da vida no planeta Terra, se apresenta como uma das alternativas energéticas mais promissoras da atualidade.

A energia solar é intermitente, mas apresenta uma variabilidade espacial elevada em função das condições meteorológicas locais, como cobertura de nuvens, concentração de gases atmosféricos e sistemas sinóticos, e de fatores astronômicos associados aos movimentos da Terra. O potencial do recurso solar incidente na superfície tem impacto direto sobre aspectos técnicos de qualidade e de segurança dos sistemas elétricos; por isso, informações confiáveis sobre sua variabilidade são imprescindíveis para dar suporte ao desenvolvimento de projetos fotovoltaicos em cada canto do País. Felizmente, o setor de energia solar está muito bem desenvolvido no Brasil e tem acesso fácil a metodologias e dados, como os fornecidos pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), para a tomada de decisão a cada instalação.

A ótima notícia é que, apesar da variabilidade na distribuição solar, a geração fotovoltaica tem um grande potencial no Brasil, como indica o primeiro mapa abaixo. Segundo o INPE, “no local menos ensolarado do País, é possível gerar mais eletricidade solar do que no local mais ensolarado da Alemanha, por exemplo. O mapa mostra o rendimento energético anual máximo (medido em kWh de energia elétrica gerada por ano para cada kWp de potência fotovoltaica instalada) em todo o território nacional, tanto para usinas de grande porte centralizadas e instaladas em solo, como para a geração fotovoltaica distribuída integrada em telhados e coberturas de edificações. A taxa de desempenho médio anual de 80% foi adotada para simplificar a análise e representa o desempenho de um gerador solar fotovoltaico bem projetado e instalado com equipamentos de boa qualidade e etiquetados pelo INMETRO. A concentração populacional é também mostrada através dos círculos azuis espalhados pelo território brasileiro”.

Na segunda figura, vemos a sazonalidade do potencial de geração solar em 12 mapas mensais. Um fato interessante é que, nos meses de verão, especialmente de dezembro a março, a geração é máxima nos estados do extremo Sul e Sudeste, coincidindo com os picos de demanda registrados pelo Operador Nacional do Sistema (NOS) para essas regiões. Por isso, a adoção da geração solar fotovoltaica distribuída pode aliviar os sistemas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN) justamente quando a eletricidade é mais consumida.

 

Geração Solar Fotovoltaica Centralizada

As usinas de grande porte têm sido instaladas em regiões que apresentam os maiores rendimentos médios anuais, tais como no Nordeste, Centro‐Oeste e também no Sudeste do Brasil. Com o passar dos anos, é esperado que os sistemas de transmissão de energia tendam à saturação ou necessitem de grandes investimentos para acomodar capacidades crescentes, fazendo com que outras regiões do País se tornem competitivas, como o Sul e o Sudeste. Em outras palavras, a geração centralizada se aproximará dos grandes centros de consumo para aliviar a grande concentração de carga do Sistema Interligado Nacional (SIN), viabilizando novos pontos de conexão à rede sem necessidade de novas linhas de transmissão. Vale ressaltar que o oeste dos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, apresenta índices de irradiação média anual excelentes nos meses de verão.

 

Geração Solar Fotovoltaica Distribuída

A geração distribuída (GD) tem um caráter bastante pulverizado por todo o território nacional. O número de instalações de painéis fotovoltaicos varia em função da alta das tarifas de eletricidade convencional e do índice de irradiação anual em cada região.

De um modo geral, o País é perfeito para a geração solar distribuída. Nos meses de verão, por exemplo, entre as 12 e 15 horas, a demanda por eletricidade tem aumentado devido ao uso crescente de aparelhos de ar condicionado, sobrecarregando o SIN. A excelente coincidência dessa demanda com a disponibilidade de radiação solar sinaliza para o potencial do segmento. Há, ainda, uma ótima coincidência entre a concentração populacional brasileira e a disponibilidade de irradiação anual.

Com os preços dos sistemas fotovoltaicos em queda, bem como as políticas governamentais de incentivo e as inovações tecnológicas do setor, investir em energia solar fotovoltaica se torna cada vez mais um caminho próspero e seguro para consumidores, profissionais e o meio ambiente.

Fonte: Atlas Brasileiro de Energia Solar (INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)

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Potencial de geração solar fotovoltaica (INPE)

Potencial de geração solar fotovoltaica (INPE)

Rendimento energético mensal (INPE)

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